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Crucifixo e bandeira dos EUA diante da Igreja de Santa Maria em Champlain, na fronteira entre o Canadá e os EUA. Crucifixo e bandeira dos EUA diante da Igreja de Santa Maria em Champlain, na fronteira entre o Canadá e os EUA. 

A reação dos bispos estadunidenses às primeiras ordens executivas assinadas por Trump

“Inspirado pelos ideais da nação, terra de oportunidades e acolhimento para todos, faço votos que, sob sua liderança, o povo americano prospere e se empenhe sempre na construção de uma sociedade mais justa, onde não haja espaço para ódio, discriminação ou exclusão”, escreveu o Papa Francisco a Donald Trump por ocasião do "Inauguration Day", o dia do juramento como 47º presidente dos Estados Unidos.

“Nossa oração é uma oração de esperança de que, como uma Nação abençoada com muitos dons, nossas ações demonstrem um cuidado genuíno para com nossos irmãos e irmãs mais vulneráveis, incluindo os não nascidos, os pobres, os idosos e enfermos, e os migrantes e refugiados. O justo Juiz não espera nada menos.”

 

Em resposta às ordens executivas assinadas por Donald Trump logo após sua posse como 47º prwsidente dos Estados Unidos, o presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), arcebispo Timothy P. Broglio, declarou que muitas das questões que o presidente aborda em suas recentes ordens executivas, juntamente com o que pode ser emitido nos próximos dias, "são questões sobre as quais a Igreja tem muito a oferecer. Algumas disposições contidas nestas ordens, como aquelas focadas no tratamento de imigrantes e refugiados, ajuda externa, expansão da pena de morte e meio ambiente, são profundamente preocupantes e terão consequências negativas, muitas das quais prejudicarão os mais vulneráveis ​​entre nós. Outras disposições podem ser vistas sob uma luz mais positiva, como reconhecer a verdade sobre cada pessoa humana como homem ou mulher".

 

“Gostaria de reiterar  - acrescentou o arcebispo - que a Igreja Católica não está alinhada a nenhum partido político, nem a Conferência dos Bispos. Não importa quem ocupe a Casa Branca ou detenha a maioria no Capitólio, os ensinamentos da Igreja permanecem inalterados. É nossa esperança de que a liderança do nosso país reconsidere essas ações que desconsideram não apenas a dignidade humana de alguns, mas de todos nós".

O presidente dos bispos católicos estadunidenses recorda que, “seguindo a antiga tradição, o Papa Francisco proclamou 2025 como um Ano Jubilar da Esperança. Como cristãos, nossa esperança está sempre em Jesus Cristo, que nos guia através da tempestade e do tempo calmo. Ele é a fonte de toda a verdade. Nossa oração é de esperança de que, como uma nação abençoada com muitos dons, nossas ações demonstrem um cuidado genuíno por nossas irmãs e irmãos mais vulneráveis, incluindo os não nascidos, os pobres, os idosos e enfermos, e os migrantes e refugiados. O justo Juiz não espera nada menos.”

A Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB) publicará informações adicionais relativas a ordens executivas específicas no seu site usccb.org.

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23 janeiro 2025, 07:11
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