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Solidariedade sem fronteiras: Caritas Ambrosiana recebe ajudas da Alemanha, EUA e China

"Nos dias de hoje tão difíceis para nossa gente, o vínculo de amizade entre as Igrejas se expressa com esses grandes gestos de generosidade", diz o diretor da Caritas Ambrosiana

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Em tempos de pandemia de coronavírus, a solidariedade não conhece fronteiras. A Diocese alemã de Colônia, por exemplo, iniciou uma campanha de levantamento de fundos para ajudar a Caritas Ambrosiana a apoiar famílias que repentinamente depararam-se com dificuldades inimagináveis devido à pandemia do Covid-19. E não só: a Caritas de Stuttgart também está fazendo uma coleta de recursos para doar a Milão, bem como o Catholic Relief Service, a agência de caridade católica dos Estados Unidos.

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Todas estas contribuições se somam às 100 mil máscaras doadas pela instituição de caridade chinesa Jinde, que chegaram na quarta-feira passada na capital da Lombardia.

Os recursos arrecadados serão destinados aos sem-teto, às famílias empobrecidas pela emergência sanitária e à compra de dispositivos de proteção individual para voluntários e agentes envolvidos nos serviços de assistência.

 

Luciano Gualzetti, diretor da Caritas Ambrosiana, expressa satisfação pelos gestos: "Nos dias de hoje tão difíceis para nossa gente - comenta em nota - o vínculo de amizade entre as Igrejas se expressa com esses grandes gestos de generosidade".

Enquanto isso, o trabalho do organismo beneficente milanês continua, incansavelmente: “Desde 24 de fevereiro até hoje - explica a nota - os 8 Empórios da Solidariedade, administrados no território da Diocese de Milão pelas cooperativas promovidas pela Caritas Ambrosiana, distribuíram 350 quilos ao dia de alimentos. Em comparação com o período anterior à crise, a ajuda aumentou constantemente e atingiu um crescimento médio diário de 50% na quinta semana”.

Além disso, na Diocese de Milão, “a entrega de pacotes de alimentos chegou a 16.500 famílias, graças à atividade de 126 centros de escuta paroquial. Somente na capital lombarda, 2 mil famílias recebem a "sacola de compras".

Digno de nota, que os serviços de refeitórios e acolhida noturna para os sem-teto estão sempre abertos, assim como os centros de acolhimento para estrangeiros, as casas de proteção para vítimas de tráfico, os alojamentos para pacientes com HIV/AIDS e as comunidades para menores estrangeiros desacompanhados.

06 abril 2020, 07:03