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2019.03.14 donna africana, Africa, povertà

Santa Sé na ONU: comida, trabalho e família contra a afronta da pobreza

Em uma declaração na 79ª Assembleia Geral da ONU, o arcebispo Gabriele Caccia, observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Nova York, insiste no emprego como um meio fundamental pelo qual as pessoas podem escapar da pobreza. O trabalho decente oferece aos indivíduos e às famílias a segurança para prosperar e permite o crescimento econômico sustentável e inclusivo.

Vatican News

A pobreza continua sendo “uma afronta à dignidade humana”, exacerbando as desigualdades e negando a milhões de pessoas a oportunidade de prosperar. Isso foi destacado pelo arcebispo Gabriele Caccia, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Nova York, em uma declaração feita na sexta-feira (18/10) na 79ª Assembleia Geral da ONU.

Foco nas mulheres e nas crianças

Em uma realidade em que 9% da população mundial vive em extrema pobreza, fica claro que não se trata apenas de uma “falta de recursos financeiros”, mas de um flagelo que, segundo o prelado, “impede o pleno gozo dos direitos humanos e priva as pessoas das oportunidades e dos meios para participar plenamente da sociedade”. Portanto, ela afeta todos os aspectos da vida de uma pessoa, desde o acesso à educação e à saúde até as oportunidades de trabalho decente, e tem um “impacto desproporcional”, especialmente sobre mulheres e crianças. Daí a urgência de esforços conjuntos que levem em conta, em primeiro lugar, as necessidades nutricionais das mulheres, especialmente as que estão grávidas ou amamentando, e o desenvolvimento e o crescimento das crianças.

Solidariedade e ação coletiva

Por outro lado, a “incerteza global” nos últimos anos alcançou níveis “sem precedentes”, apontou o arcebispo Caccia em outra declaração. O foco tem sido os pequenos Estados insulares em desenvolvimento, os menos desenvolvidos e os países em desenvolvimento sem litoral. São eles, observou ele, que enfrentam “impactos desproporcionais das mudanças climáticas e da volatilidade econômica, apesar de contribuírem menos para esses problemas”. Para promover uma resiliência duradoura, continuou ele, é essencial “enfrentar esses desafios de frente” por meio de ação coletiva e solidariedade, garantindo que eles “recebam os recursos, a tecnologia e o apoio necessários”.

Começar do zero a partir do trabalho

É igualmente importante fortalecer as estruturas sociais que proporcionam segurança e estabilidade. A começar pela família, “a base da sociedade”, “a primeira linha de defesa contra qualquer crise”. O emprego, também foi enfatizado, continua sendo um “meio fundamental pelo qual as pessoas saem da pobreza”. O trabalho decente, “com salários justos, em condições estáveis e com o apoio de sistemas de proteção social”, proporciona aos indivíduos e às famílias a segurança de que precisam para prosperar e possibilita o crescimento econômico sustentável e inclusivo.

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