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O programa, em língua italiana, vai ao ar todo sábado e será publicado no portal do Vatican News O programa, em língua italiana, vai ao ar todo sábado e será publicado no portal do Vatican News  (ANSA)

Novo programa da Rádio Vaticano ajuda a conhecer a história pessoal dos migrantes

O novo projeto da Rádio Vaticano/Vatican News vai ao ar neste sábado (26) com o título “Não me chamo refugiado”. O programa, em língua italiana, será lançado neste final de semana por ocasião do Dia Mundial do Migrante e Refugiado comemorado neste domingo, 27 de setembro.

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O lançamento do novo programa da Rádio Vaticano/Vatican News, em língua italiana, que ganha o nome de “Não me chamo refugiado”, acontece neste sábado (26) às 17h05 na hora italiana, 12h05 no horário de Brasília. Vai ao ar toda semana pela frequência de rádio local (105.00 FM e 103.8 FM) e também será publicado no www.vaticannews.va.

A iniciativa, em modalidade editorial, de rádio e web, foi idealizada para sensibilizar ouvintes e leitores sobre a situação dos refugiados na Itália, através de diferentes histórias de exílio.

O projeto,  feito em colaboração com o Centro Astalli – a sede italiana do Serviço dos Jesuítas para os Refugiados (JRS) que comemora 40 anos de atividades em 2020, será lançado neste final de semana por ocasião do Dia Mundial do Migrante e Refugiado comemorado neste domingo, 27 de setembro. O programa em língua italiana, escrito e conduzido pelo jornalista da Rádio Vaticano, Stefano Leszczynski, vai trazer histórias de refugiados, contadas em primeira pessoa, por aqueles que foram forçados a fugir do seu país.

Essa é uma nova maneira de apresentar o drama daqueles que são forçados a empreender uma viagem ao desconhecido a fim de buscar um país seguro no qual possam se realizar humanamente. Cada história é contextualizada de um ponto de vista histórico, político e social, a fim de acompanhar o percurso individual à medida que ele evolui, fornecendo ferramentas para mergulhar na experiência do protagonista. Dessa forma, o refugiado deixa de ser simplesmente um número ou uma estatística: de uma entidade genérica ele volta a ser uma pessoa com a sua própria experiência, seus afetos, seus medos e seus planos de vida.

O conteúdo da iniciativa também responde pedidos insistentes do Papa Francisco, inclusive feitos através da sua mensagem para o 106º Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, quando escreve:

“O conhecimento é um passo necessário para compreender o outro. (...) Quando se fala de migrantes e pessoas deslocadas com muita frequência nos detemos em números. Mas não se trata de números, trata-se de pessoas! Se os encontrarmos, vamos conhecê-los. E conhecendo as suas histórias, vamos conseguir compreender.”

26 setembro 2020, 11:50