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Papa: patentes e leis de mercado não devem estar acima das leis do amor e da saúde da humanidade

Em sua mensagem de Natal, o Papa Francisco insistiu que "mais do que nunca temos necessidade de fraternidade", defendendo em particular "vacinas para todos, especialmente para os mais vulneráveis e necessitados de todas as regiões do planeta."

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Na mensagem de Natal, lida antes de rezar o Angelus e conceder a Bênção Urbi et Orbi, o Pontífice voltou a defender vacinas disponíveis para todos, especialmente os mais vulneráveis:

No Natal, celebramos a luz de Cristo que vem ao mundo e ele vem para todos: não apenas para alguns. Hoje, nesta época de escuridão e incertezas devido à pandemia, aparecem várias luzes de esperança, como a descoberta de vacinas. Mas para que essas luzes possam iluminar e levar esperança para o mundo inteiro, elas devem estar à disposição de todos. Não podemos deixar que os nacionalismos fechados nos impeçam de viver como a verdadeira família humana que somos. Nem podemos permitir que o vírus do individualismo radical nos vença e nos torne indiferentes ao sofrimento de outros irmãos e irmãs. Não posso me colocar antes dos outros, colocando as leis do mercado e das patentes de invenção acima das leis do amor e da saúde da humanidade. Peço a todos: aos responsáveis pelos Estados, empresas, aos organismos internacionais, para promoverem a cooperação e não a concorrência, e de buscar uma solução para todos: vacinas para todos, especialmente para os mais vulneráveis ​​e necessitados de todas as regiões do planeta. Em primeiro lugar, os mais vulneráveis ​​e necessitados!

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Bênção Urbi et Orbi na Sala das Bênçãos
25 dezembro 2020, 12:18