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Paulette Buye em um hospital em Bunia, depois dos ataques contra seu povoado Paulette Buye em um hospital em Bunia, depois dos ataques contra seu povoado  (AFP or licensors)

Massacres na RD Congo elevam para 370 número de mortos desde outubro

A violência não dá trégua na República Democrática do Congo. Desde outubro passado, ao menos 370 pessoas foram mortas em diversos massacres.

Cidade do Vaticano

Pelo menos quarenta civis foram mortos em uma série de ataques a seis aldeias no território de Mambasa, Província de Ituri (Kivu do Norte, a leste da República Democrática do Congo), na noite de sábado 1° Fevereiro e domingo 2 de fevereiro.

Segundo relatos à Agência Fides da ONG  local CEPADHO, os massacres foram perpetrados por terroristas do ADF / MTM (Madina a Tauheed Wau Mujahedeen), um grupo que afirma ter aderido ao Estado Islâmico (mas as opiniões sobre isso não são unânimes), tendo se dividido em pequenas unidades para atacar simultaneamente as várias aldeias espalhadas por todo o território.

Segundo a CEPADHO, pelo menos 112 civis foram mortos pelos jihadistas no arco de 5 dias na semana passada. Os recentes massacres elevam o número de civis mortos pelo ADF / MTM para 370, em represália às ofensivas de larga escala lançadas contra eles pelas forças armadas congolesas (FARDC) desde 30 de outubro de 2019. Isso representa uma média de 123 civis massacrados em um período de 3 meses.

A este número devem ser acrescentadas as sete pessoas mortas nos três ataques contra o posto policial de Mamove na noite de 31 de janeiro, por uma milícia de autodefesa May May.

Sempre un gruppo di May May ha assalito l’ufficio di coordinamento di risposta all’epidemia Ebola di Biakato. Grazie all’intervento delle forze dell’ordine e dell’esercito i miliziani sono stati respinti, non prima però di aver distrutto due autoveicoli in dotazione alla struttura. (L.M.) (Agenzia Fides 4/2/2020)

Um grupo de May May atacou o escritório de coordenação para responder à epidemia de Ebola em Biakato. Graças à intervenção da polícia e do exército, os milicianos foram repelidos, mas não antes de terem destruído dois veículos fornecidos à estrutura. (L.M. - Agência Fides)

05 fevereiro 2020, 07:22