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Celam: até setembro, a campanha "A vida não é mercadoria, trata-se de pessoas"

Com esta campanha da Rede Clamor se pretende "antes de tudo tornar visíveis as diversas formas do tráfico de pessoas que existem no continente, através das quais as máfias transformam os seres humanos em mercadoria". A iniciativa propõe-se também "fornecer instrumentos educativos e pastorais para a prevenção do tráfico de pessoas", acrescenta-se, "e divulgar as diversas obras que se realizam na Igreja para o acompanhamento pastoral das vítimas e para denunciar este mal que tanto aflige os seres humanos no continente"

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A Rede Clamor, Rede Eclesial Latino-Americana e Caribenha sobre Migração e Tráfico de Pessoas, apresentou o programa de atividades da campanha "A vida não é mercadoria, mas diz respeito às pessoas", que durará até setembro deste ano.

Tornar visíveis as diversas formas do tráfico de pessoas

Segundo a nota que a Fides – agência missionária da Congregação para a Evangelização dos Povos – recebeu do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano), o secretário executivo da Rede Clamor, Elvy Monzant, lembra que "com esta campanha pretendemos antes de tudo tornar visíveis as diversas formas do tráfico de pessoas que existem no continente, através das quais as máfias transformam os seres humanos em mercadoria".

Acompanhamento pastoral das vítimas

"Queremos também fornecer instrumentos educativos e pastorais para a prevenção do tráfico de pessoas", acrescenta, "e divulgar as diversas obras que se realizam na Igreja para o acompanhamento pastoral das vítimas e para denunciar este mal que tanto aflige os seres humanos no continente".

A campanha começou oficialmente em 7 de fevereiro com uma vigília de oração na véspera da festa de Santa Josefina Bakita e do Dia Mundial de Oração e Reflexão contra o Tráfico de Pessoas, e será concluída em setembro, como parte do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado.

A cada mês, a reflexão sobre um tema específico

Monzant precisa que "a cada mês vamos refletir sobre um tema específico: em março falaremos do tráfico de pessoas para fim de exploração sexual e prostituição; em abril, o recrutamento forçado por grupos armados; em maio, o trabalho escravo; em junho, o tráfico de órgãos; em julho, o tráfico de crianças para fins sexuais; em agosto, o tema da denúncia do tráfico de pessoas, até setembro, quando haverá a assembleia geral da Rede Clamor, antes da celebração do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado.

(com Fides)

02 março 2021, 12:09