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Franz Lackner, arcebispo di Salisburgo (imagem de arquivo) Franz Lackner, arcebispo di Salisburgo (imagem de arquivo) 

Bispos da Áustria têm novo presidente: a essência da fé deve ser reforçada, afirma dom Lackner

A eleição do novo presidente da Conferência Episcopal do país aconteceu nesta terça-feira (16), no no santuário de Mariazell. O arcebispo de Salisburgo, dom Franz Lackner, foi eleito para suceder o arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn, há 22 anos conduzindo o episcopado. O novo presidente chamou os bispos para uma nova reflexão ao reforçar a essência da fé, o Evangelho e a sua mensagem.

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O arcebispo de Salzburgo, dom Franz Lackner, foi eleito nesta terça-feira (16) como novo presidente da Conferência Episcopal da Áustria, há 22 anos conduzida pelo arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn. No papel de vice-presidente, por outros 6 anos, foi eleito o bispo de Linz, Manfred Scheuer. Os dois receberam a maioria dos dois terços dos votos já no primeiro escrutínio.

Um chamado à “nova reflexão”

Em entrevista à agência de notícias austríaca dos bispos, Kathpress, logo depois da eleição, dom Lackner declarou que, na sua nova função de presidente, quer, de um lado, reforçar a cooperação fraterna entre os bispos do país e, do outro, “levar as preocupações, as necessidades, mas também as esperanças e as visões da Igreja na Áustria em nível de Igreja universal”, inclusive “defendendo-a”. Ao mesmo tempo, o novo presidente chamou o episcopado a uma nova reflexão sobre como a essência da fé, o Evangelho e a sua mensagem podem ser reforçados. A Igreja, finalizou dom Lackner, deve ser tanto “sal da terra” como “luz do mundo”.

Todos os 15 membros estão reunidos em assembleia plenária, desde segunda-feira (15), no santuário de Mariazell: são 9 bispos diocesanos, um bispo militar, 4 bispos auxiliares e o abade de Wettingen-Mehrerau. O encontro acontece nesta semana, respeitando todas as medidas de segurança impostas pela nova fase de flexibilização da quarentena no país. De fato, o ex-presidente Schönborn, precisou prolongar por três meses o seu ofício por causa do lockdown.

16 junho 2020, 17:06