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República Centro Africana teve o ano de 2017 marcado pela violência entre grupos armados República Centro Africana teve o ano de 2017 marcado pela violência  (AFP or licensors)

RCA: Sacerdote empenhado na reconciliação do país agredido em Bangassou

Devido aos ferimentos, o padre Alain Bissialo foi transferido para a capital Bangui. Ele é presidente do Comitê para a paz e a mediação de Bangassou, sudeste da República Centro Africana, e pároco da Igreja Cristo Rei

Cidade do Vaticano

O padre Alain Blaise Bissialo, comprometido com o diálogo e a reconciliação na República Centro Africana, foi agredido na noite de 4 de janeiro em sua residência.

Segundo informações enviadas à Agência Fides, desconhecidos entraram na paróquia Cristo Rei de Tokoyo, esfaqueando o sacerdote e roubando alguns objetos, como um computador.

Devido a suas condições, ele foi transferido para um hospital na capital Bangui.

Padre Alain é presidente do Comitê para a paz e a mediação de Bangassou, sudeste do país.

Em maio, cerca de dois mil muçulmanos haviam sido acolhidos na Catedral de Bangoussou, protegida por militares da Missão Onu na África Central (Minusca).

O bispo local, Dom Juan José Aguirre Muñoz, pediu várias vezes a transferência destas pessoas, que vivem em condições precárias e de insegurança.

Vastas áreas da República Centro Africana são vítimas de grupos armados, não obstante a eleição de fevereiro de 2016 do presidente Faustin Archange Touadéra.

Não somente o sudeste, mas também o nordeste do país causa muita preocupação, onde na cidade de Paoua continuam os combates que eclodiram em 27 de dezembro entre duas facções rebeldes.

Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, mais de 5 mil pessoas fugiram da violência para o vizinho Chade.

10 janeiro 2018, 16:05