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Populações ainda não foram ressarcidas Consequências do desastre ambiental ainda são visíveis 

Em Mariana (MG), Ecoteologia em defesa do território

Segundo Padre Dario Bossi, coordenador da rede latino-americana 'Iglesias y Mineria', o desastre ambiental de Mariana, depois de dois anos, demonstra que a atividade extrativista indiscriminada “mata e é insustentável'

Cristiane Murray - Mariana

Termina nesta terça-feira, em Mariana, o encontro “Ecoteologia e atividade minerária; a espiritualidade, a resistência e as alternativas em defesa dos territórios”. Promovido pela rede ‘Iglesias y Mineria’, o evento está reunindo cerca de 40 agentes pastorais, ativistas que trabalham em áreas de extrativismo, representantes de povos indígenas e quilombolas, teólogos e estudiosos da questão minerária.

Segundo Padre Dario Bossi, coordenador da rede latino-americana, o desastre ambiental de Mariana, depois de dois anos, demonstra que a atividade extrativista indiscriminada “mata e é insustentável e que a chamada ‘preocupação social e ambiental’ de muitas empresas da mineração está se revelando como uma ‘hipocrisia’.

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O missionário sublinha que a valorização da Encíclica do Papa Francisco Laudato si’ será muito importante no âmbito do encontro de reflexão, oração e fortalecimento das capacidades de resistir e gerar alternativas para o atual modelo de devastação ambiental e social.

[ Queremos orientar a pastoral das comunidades de Igrejas locais e nacionais ]

CPT: Mariana, dois anos depois

 

07 novembro 2017, 12:42