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Processo de sinodalidade em Angola Processo de sinodalidade em Angola 

Angola - Processo de sinodalidade gera entusiasmo

Em Angola, as comunidades eclesiais estão a viver com entusiasmo o Processo Sinodal e advogam por “mudanças na vida da igreja”.

Anastácio Sasembele - Luanda 

O Processo Sinodal está a ser uma vivência única nas diferentes comunidades eclésias de Angola. Do mais recôndito centro paroquial, da mais recôndita capela de uma missão ou paróquia e catedrais, chegam contribuições que fazem jus ao lema do Sínodo: “por uma igreja sinodal, comunhão, participação e missão.

O responsável da secretaria do Sínodo a nível da diocese Luanda, Padre José Esteves, refere que a secretaria aguarda pela recepção das actas sínteses durante o mês todo de Janeiro, e realça que este sínodo estar vivido com satisfação nas diversas comunidades paroquiais de Luanda.

“Os fiéis estão contentes com esta modalidade criada pelo Papa Francisco, durante os debates, por exemplo na paróquia de São Marcos, há quem se sentia como se estivesse na Capela Sistina em pleno Consílio”, refere o sacerdote.   

Os Bispos da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) deixaram recomendações precisas para o caminho sinodal ao nível do território da CEAST, durante a sua última assembleia plenária de Outubro, onde o sínodo assume uma das principais preocupações da Igreja local.

Na diocese de Caxito vários grupos e movimentos apostólicos já deram entrada das sínteses junto dos Conselhos Paróquias, o exemplo vem da paróquia de São Marcos do Belo Monte, os grupos de liturgia e acolitado, já responderam as questões contidas no documento, relação entre os leigos e consagrados no serviço da igreja estão entre as preocupações. 

E na diocese do Uíge a Assembleia Diocesana de Pastoral que decorreu de 4 a 8 de Janeiro do corrente ano ficou marcada pelos instrutivos contidos no documento orientador do Sínodo dos Bispos, os delegados ao encontro mostraram – se motivados a caminhar juntos.

Até 2023, cumprem-se as fases do sínodo por dioceses e depois ao nível regional e finalmente em 2023 realiza-se a Assembleia Geral Sinodal de Roma. Até lá, uma Igreja caminhando na escuta e no caminho da comunhão fraterna assume-se como peregrina em busca da identificação cada vez maior com Cristo.

Oiça

 

13 janeiro 2022, 14:00