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Acordo de Paz assinado em Roma pelo Presidente Joaquim Chissano e o líder da Renamo Afonso Dlhakama Acordo de Paz assinado em Roma pelo Presidente Joaquim Chissano e o líder da Renamo Afonso Dlhakama 

Moçambique. 28 anos após o Acordo de Roma, paz e reconciliação continuam distantes

Em meio ao terrorismo em Cabo Delgado, norte de Moçambique, ataques armados no centro, o País assinala, no dia 4 de outubro, os 28 anos do Acordo de Paz, assinado em Roma, em 1992, entre o antigo Presidente da República, Joaquim Chissano e o falecido líder da Renamo (o maior partido da oposição), Afonso Dlhakama, pondo fim a uma guerra civil que durou 16 anos.

Hermínio José- Maputo, Moçambique

Volvidos 28 anos, quase três décadas, a quantas vai a paz em Moçambique? - este, o cerne da questão que a reportagem do Vatican News em Maputo, levou à análise. Com efeito, para o Bispo de Pemba, em Cabo Delgado, a paz é um bem comum, a paz é fruto da reconciliação e ainda falta muita reconciliação em Moçambique, afirma D. Luiz Fernando Lisboa.

O Moçambique almejado pelo Bispo de Pemba

“Nos unamos para construir um País cada vez melhor, onde todos possamos nos respeitar, onde possamos ir e vir livremente, sejamos um País onde possamos viver entre irmãos”, este é o Moçambique que o Bispo de Pemba, D. Lisboa, vaticina.

28 anos de paz em meio a incerteza

Bispo de Pemba, compulsando a partir de Cabo Delgado, em torno dos 28 anos de paz que Moçambique assinala já neste 4 de outubro, em meio a muitas incertezas devido aos ataques terroristas no norte e a violência armada no centro, nas províncias de Sofala e Manica.

De referir que os Acordos de Paz, assinados em Roma, em 1992, tiveram uma forte mediação da Igreja Católica, e puseram fim a uma guerra fraticida de 16 anos em Moçambique.

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30 setembro 2020, 13:45