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Guido Convents, Segretario del Dipartimento del Cinema presso la sede di SIGNIS - Bruxelles Guido Convents, Secretário do Departamento do Cinema na SIGNIS, Bruxelas 

Cinema africano tem esperança e perspectivas - Guido Convents

Nascido nos anos 60, o cinema em África caminha hoje por duas vertentes: local e internacional. No continente não existe uma verdadeira política cinematográfica e financiamentos no sector, mas a tecnologia digital permite ter esperança neste cinema que quer apropriar-se e difundir as imagens e histórias da África.

Dulce Araujo - Cidade do Vaticano

Graças à tecnologia digital que facilita a realização e difusão, o Cinema Africano tem esperança e perspectivas; isto muito embora seja um cinema dependente financeiramente do exterior, pois que da parte dos governos africanos e da União Africana não há uma verdadeira  politica cinematográfica e investimentos significativos no sector – considera Guido Convents, belga, Secretário do Departamento do Cinema na SIGNIS, Associação Católica Mundial de Comunicação, com sede em Bruxelas e Roma.  Guido  vive imerso no mundo do cinema: composição de júris SIGNIS, pesquisas em bibliotecas e arquivos, publicação de livros, leccionação... E é um perito  em cinema africano, sobre o qual tem publicado alguns livros, a começar por Moçambique - sublinhou em entrevista à Vatican News, onde falou  também da evolução do cinema africano dos anos 60 aos dias de hoje, do projecto PALOP na área do cinema e de cineastas obrigadas o viver no exílio por causa dos seus filmes.

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01 maio 2018, 16:21