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Jornalistas católicos africanos encorajados pelo Dicastério para a Comunicação

Em mensagem à UCAP, o prefeito do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé convida os jornalistas a serem promotores de paz, por ocasião do curso de formação promovido pela União Católica Africana da Imprensa, entre 8 e 16 de Agosto, em Abidjã, Costa do Marfim.

Barbara Castelli, Silvonei José - Cidade do Vaticano

"Apoio" e "satisfação" por um encontro centrado nos "incansáveis esforços" da União Católica Africana de Imprensa (UCAP-Burkina), bem como dos organizadores, e o "dinamismo" dos comunicadores católicos na promoção de um "jornalismo de paz". É o que exprime Paolo Ruffini, prefeito do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé, na mensagem para o curso de formação organizado pela União Africana de Imprensa Católica, em colaboração com a Associação Marfinense de Jornalistas e Comunicadores Católicos. O encontro, de 8 a 16 de Agosto em Abidjã, sobre o tema "Processos eleitorais na África: papel e responsabilidade dos meios de comunicação na preservação da paz social", é presidido por Dom Raymond Ahoua, Bispo de Grand-Bassam (Costa do Marfim) e responsável pela Comissão Episcopal das Comunicações Sociais.

Um jornalismo feito por pessoas para as pessoas

Na carta, datada 9 de agosto, o prefeito do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé recorda algumas palavras do Papa Francisco, contidas na mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais. É urgente, de fato, "promover um jornalismo de paz", não "bonzinho, "que nega a existência de problemas graves e assume um tom suave", mas "hostil às falsidades, a slogans e declarações bombásticas". A esperança, portanto, é que pouco a pouco se difunda um jornalismo "que não queime as notícias, mas que se empenhe na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a compreensão a partir das raízes e da superação através do início de processos virtuosos".

 

13 agosto 2019, 15:11