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Pontificia Universidade Lateranense, sede do Pontifício Instituto João Paulo II Pontificia Universidade Lateranense, sede do Pontifício Instituto João Paulo II 

Aprovados Estatutos do Pontifício Instituto João Paulo II sobre o matrimônio e a família

A aprovação dos Estatutos do Instituto favorece a fase operacional da sua adaptação aos critérios inspiradores da inteligência e da cultura cristã, requeridos pela missão eclesial.

Manoel Tavares - Cidade do Vaticano

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Foram aprovados na quinta-feira, 18, no Vaticano, os Estatutos do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família.

O objetivo do Instituto criado pelo Papa Francisco em 2017, é prosseguir com a ampliação das pesquisas sobre a família, quer na sua dimensão pastoral e eclesial como no campo da cultura antropológica.

O novo Instituto substitui o Pontifício Instituto João Paulo II para os Estudos sobre o Matrimônio e a Família, com a finalidade de continuar a intuição de João Paulo II.

No âmbito das mudanças dos Dicastérios pontifícios, o novo Instituto constituiu um centro acadêmico de referência, a serviço da missão da Igreja católica, no campo das ciências sobre o matrimônio e a família, da geração e a criação.

Criação do Instituto

 

A decisão do Papa Francisco, de criar um Instituto Teológico para as Ciências do Matrimônio e da Família, contribui para ampliar o âmbito de interesse, concernente às novas dimensões da tarefa pastoral e da missão eclesial, em relação aos desenvolvimentos das ciências humanas e da cultura antropológica, fundamental para a cultura da vida.

A aprovação dos Estatutos do Instituto favorece a fase operacional da sua adaptação aos critérios inspiradores da inteligência e da cultura cristã, requeridos pela missão eclesial.

Diretrizes da renovação

 

As diretrizes da renovação que, consequentemente definem a nova estrutura constituem, em primeiro lugar, a expansão e o fortalecimento (novas cátedras, novos mestres) dos dois "polos" da missão, originalmente, confiada ao Instituto: “teológico-pastoral e antropológico-cultural”.

O primeiro polo - “teológico-pastoral” – integra-se ao seguinte aprofundamento teológico: formação cristã da fé, eclesiologia da comunidade, missão evangélica, antropologia do amor humano e teológico, ética teológica global da vida, espiritualidade e transmissão da fé.

O segundo polo – “antropológico-cultural” - é devidamente remodelado segundo a necessidade urgente de atualizar o confronto e o diálogo da cultura e do pensamento cristãos, nas áreas de direito religioso e civil, das transformações econômicas, políticas e tecnológicas, das instituições familiares e da integração ética e afetiva do vínculo social. Os dois polos da missão do Instituto são revistos para uma maior e plena harmonização no contexto da pesquisa e da formação cristã unitária.

O novo Instituto João Paulo II pretende, enfim, honrar as profundas e sempre válidas razões da tradição e missão teológica e cultural. A esperança, obviamente, é merecer a confiança dos Pastores da Igreja em apoio ao seu serviço à comunidade eclesial e à comunicação da fé católica e cristã.

Enfim, o compromisso do Instituto teológico "pontifício" é honrar a sua prerrogativa especial, estreitamente ligada ao ministério supremo e universal do Sucessor de Pedro e ao serviço fiel à Igreja.

(Com L'Osservatore Romano)

19 julho 2019, 08:55