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30 mil participaram do encontro dominical 30 mil participaram do encontro dominical  (AFP or licensors)

Papa reza junto com a Praça pelas vítimas no Egito

Após a oração do Angelus, domingo (26/11), o Papa pediu: "Deus nos liberte destas tragédias e ampare os esforços de todos os que trabalham pela paz”. O Pontífice pediu a todos que rezassem juntos em silêncio pelas vítimas. O ataque à mesquita no Sinai deixou mais de 300 mortos.

Cidade do Vaticano

Após a oração do Angelus, domingo (26/11), o Papa recordou o ataque ocorrido sexta-feira (24/11) em uma mesquita no norte do Sinai, assegurando suas constantes orações “pelas numerosas vítimas, pelos feridos e por toda aquela comunidade duramente atingida”.

“Deus nos liberte – acrescentou – destas tragédias e ampare os esforços de todos os que trabalham pela paz”. O Pontífice pediu a todos que rezassem juntos em silêncio pelas vítimas.

Deus nos liberte destas tragédias!

O Papa mencionou também a tragédia do Holodomor, “a morte por fome provocada pelo regime estalinista que deixou milhões de vítimas” e a Ucrânia, “que possa curar as feridas do passado e promover caminhos de paz, com a ajuda da fé”.

Seu pensamento se dirigiu em seguida à madre Catalina de María Rodríguez, beatificada sábado (25/11) na Argentina, fundadora da Congregação das Hermanas Esclavas del Corazón de Jesús, primeiro instituto religioso feminino de vida apostólica no país.

Antes de se despedir, o Papa pediu orações por sua viagem apostólica a Mianmar e Bangladesh, dizendo esperar que sua presença “seja para aqueles povos um sinal de proximidade e esperança”. 

26 novembro 2017, 13:43