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Fiéis terão que frequentar a vizinha Paróquia São Pedro Fiéis terão que frequentar a vizinha Paróquia São Pedro  (AFP or licensors)

Incêndio destrói Igreja frequentada pela comunidade polonesa em Glasgow

Construída em 1958, a São Simão é a terceira igreja católica mais antiga da cidade escocesa, depois da Catedral de Santo André e da Igreja de Santa Maria. Tornou-se um ponto de referência para a diáspora polonesa desde a Segunda Guerra Mundial.

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A Igreja de São Simão em Glasgow, Escócia, ficou quase completamente destruída por um incêndio em 28 de julho, que causou grandes danos materiais que fizeram com que o telhado desabasse. Não houve vítimas. As causas do sinistro estão sendo investigadas.

Para a Arquidiocese de Glasgow, trata-se de um "duro golpe" para a comunidade católica local: "Embora de pequenas dimensões, a Igreja de São Simão (St Simon's Church era particularmente popular entre a comunidade polonesa" de toda a área metropolitana de Glasgow, explicou um porta-voz da a arquidiocese. Era também um ponto de referência para os sem-teto da região, pois proporcionava um abrigo e um local de encontro. Os fiéis passam agora a frequentar a vizinha Paróquia de São Pedro, no distrito de Partick.

Construída em 1958, a São Simão é a terceira igreja católica mais antiga da cidade escocesa, depois da Catedral de Santo André e da Igreja de Santa Maria. Tornou-se um ponto de referência para a diáspora polonesa desde a Segunda Guerra Mundial, quando um grande número de cidadãos do país do leste europeu chegou ao Reino Unido após a invasão alemã da Polônia. Desde então, Missas em polonês têm sido celebradas todas as semanas. A notícia foi recebida com "grande tristeza" pela comunidade polonesa de Glagsow: "Sentiremos muita falta da Igreja de São Simão", diz uma nota.

"Solidariedade e proximidade espiritual" aos fiéis foi expressa em nome de toda a Igreja na Polônia por Dom Stanisław Gądecki, presidente da Conferência Episcopal Polonesa e por Dom Wiesław Lechowicz, responsável pelos fiéis da diáspora dentro do Episcopado em uma carta endereçada ao padre Marian Łękawa SAC, reitor da Missão polonesa na Escócia.

Vatican News Service - LZ

01 agosto 2021, 07:23