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O continente africano tem registrado um aumento significativo na perseguição contra os cristãos O continente africano tem registrado um aumento significativo na perseguição contra os cristãos  (AFP or licensors)

Criado em Varsóvia Centro de Estudos sobre Liberdade Religiosa

O Centro conduzirá pesquisas interdisciplinares sobre liberdade religiosa e sobre a cristianofobia, além de desenvolver uma série de atividades concernentes ao tema.

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Em 2020, 170 mil cristãos foram mortos devido a sua crença religiosa, especialmente na África, mas também na Europa. Os dados sobre a perseguição religiosa foram destacados na apresentação, em 18 de fevereiro, do novo Centro de Estudos sobre Liberdade Religiosa, criado pela Universidade Cardeal Wyszyński, em Varsóvia, Polônia.

“Esta situação - explicou o diretor do novo organismo, reverendo Waldemar Cisło - nos diz que devemos agir”. “Observando o que vem acontecendo no mundo já há alguns anos - acrescentou por sua vez o reitor da Universidade, padre Ryszard Czekalski - a Universidade decidiu empreender um caminho educativo para as pessoas perseguidas por causa de sua fé, que vêm da África, onde existe uma forte perseguição aos crentes”. Desta forma, poderão regressar aos seus países de origem e ser “protagonistas não só na Igreja, mas também na sociedade”.

Por seu turno, o Ministro da Educação e da Ciência, Przemysław Czarnek, sublinhou que “a cristianofobia é um fato” e, portanto, é muito apreciada a criação de um Centro de estudos sobre a liberdade religiosa que “não é somente cristã, mas é uma liberdade fundamental do homem”.

Especificamente, o Centro conduzirá pesquisas interdisciplinares sobre liberdade religiosa e sobre a cristianofobia. Também divulgará notícias sobre atividades das organizações estatais, internacionais, sociais, de beneficência e eclesiásticas no campo das ajudas humanitárias; promoverá a defesa e o respeito pelos direitos humanos; organizará cursos, conferências e simpósios sobre o tema, dando por fim espaço ao estudo e ao aprofundamento da tradição polonesa da tolerância religiosa.

Vatican News Service – IP

23 fevereiro 2021, 13:03