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África. Libertação do padre Maccalli é o presente para o Dia Mundial das Missões

Libertado na República de Mali, o sacerdote italiano havia sido sequestrado no Níger em setembro de 2018. A libertação deu-se provavelmente ao término de uma troca de prisioneiros jihadistas mediada pelo governo militar hoje no poder em Mali. O religioso missionário foi libertado junto com o turista italiano Nicola Chiacchio e dois outros reféns: a cooperadora francesa Sophie Pétronin e Soumalia Cissé político de Mali

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“A libertação do padre Pierluigi Maccalli é o presente mais precioso para o Dia Mundial das Missões que celebraremos no domingo, 18 de outubro”: com esta convicção partilhada, expressão de júbilo, os missionários da Sociedade para as Missões Africanas e as comunidades católicas locais, no Níger e na República de Mali, bem como na Itália, acolheram a libertação do missionário italiano Pierluigi Maccalli, que havia sido sequestrado no Níger em 17 de setembro de 2018.

Alegria da grande família da Sociedade para Missões Africanas

O Superior Geral da Sociedade para as Missões Africanas, padre Antonio Porcellato, comenta numa mensagem enviada à agência missionária Fides:

“A alegria de nossa grande família da Sociedade para as Missões Africanas é imensa. Nossa gratidão a Deus é maior ainda. Nossa alegria se une à alegria da família Maccalli, do padre Walter nosso confrade e irmão de padre Pierluigi e de tantas pessoas envolvidas, que rezaram e que ofereceram algo de suas vidas por padre Pierluigi: entre elas, especialmente toda a Diocese de Crema, e a Arquidiocese de Niamey com seu arcebispo à frente”.

Rezar por outras pessoas nas mãos dos sequestradores

Padre Porcellato conclui convidando todos a pensar e rezar “por outras pessoas que ainda estão nas mãos de seus sequestradores. Rezemos pelas numerosas vítimas desta violência cega e indiscriminada que atinge o Sahel, e que recentemente voltou a atingir Burkina Faso”.

Os confrades estão esperando padre Gigi, que foi libertado junto com o turista italiano Nicola Chiacchio e dois outros reféns: a cooperadora francesa Sophie Pétronin e Soumalia Cissé político de Mali. A libertação deu-se provavelmente ao término de uma troca de prisioneiros jihadistas mediada pelo governo militar hoje no poder em Mali.

Agradecimento do bispo de Niamey

O Bispo de Niamey, no Níger, dom Laurent Lompo, assim manifestou sua alegria em mensagem enviada à referida agência missionária da Congregação para a Evangelização dos Povos:

“Expressamos um imenso 'obrigado' por esta belíssima notícia. Nós padres, religiosos e religiosas e delegados leigos da Diocese de Niamey estamos reunidos na assembleia de início do ano pastoral. Todos estamos felizes em saber da libertação de nosso irmão Gigi. Falamos muito sobre ele e recebemos o testemunho dos fiéis que estão em Bomoanga. Agradecemos a todos aqueles que ajudaram a libertar esses reféns, às autoridades italianas em Niamey e ao governo do Níger com quem, como Igreja, colaboramos muito no processo de libertação de Gigi.”

(com Fides)

09 outubro 2020, 11:20