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Books are seen on a table in independent bookstore Marcus Books in Oakland, California

Togo: a contribuição da Igreja no desenvolvimento da “cultura do livro”

Infelizmente, a pandemia de coronavírus e a consequente crise econômica transformaram o livro num bem supérfluo. A Editora Santo Agostinho, no Togo, promove a leitura a baixo custo para permitir às pessoas de se aproximarem dela.

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É significativa a contribuição da Igreja católica no Togo para a cultura do país, sobretudo na promoção da leitura e na importância dos livros.

Segundo o jornal “La Croix Afrique”, nas dioceses da nação africana existem várias instituições que realizam atividades específicas no campo editorial, como a criação de escritórios de tradução da Bíblia nas línguas locais a fim de facilitar a sua compreensão pela população.

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Mas não é tudo. Estão presentes também editoras especiais, incluindo as “Edições Santo Agostino África” que desde 2002, publica os folhetos mensais das missas e os documentos pontifícios, cuida também da difusão de obras tanto religiosas quanto literárias.

Infelizmente, a pandemia de coronavírus e a consequente crise econômica transformaram o livro num bem supérfluo. Por isso, a editora agostiniana procura promover a leitura “a baixo custo”, para permitir às pessoas de se aproximarem dela, cumprindo a missão de “contribuir não só para a educação do público, mas também para a formação permanente de sacerdotes e cristãos leigos”.

A Igreja católica togolesa também valoriza as atividades de várias bibliotecas, como a do Centro Cultural “Santo Agostinho”, em Sokodé, a mediateca “São João Paulo II”, em Lomé, e todos os centros de leitura presentes nas paróquias e institutos católicos a fim de “ajudar o público a se cultivar”.

A Igreja também assegura a promoção da cultura através de várias livrarias, dentre as quais a “Bom Pastor”, em Lomé, a “São Carlos Lwanga”, em Dapaong, e a “São Lucas”, em Barkoissi.

Vatican News – IP/MJ

12 junho 2020, 11:56