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Os primeiros hóspedes - 6 italianos e 4 estrangeiros - chegaram no último final de semana e ajudaram a concluir as obras que tornaram a estrutura um local acolhedor. Os primeiros hóspedes - 6 italianos e 4 estrangeiros - chegaram no último final de semana e ajudaram a concluir as obras que tornaram a estrutura um local acolhedor.  

Caritas ambrosiana cria albergue para os sem-teto em Lecco

Hotel no início do século XX, mais tarde convento, e então a transferência das últimas irmãs da Congregação Maria Menina. Antes da emergência coronavírus o local era um centro de acolhimento para requerentes de asilo.

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Por iniciativa da Caritas, um antigo convento das Irmãs de Maria Menina, na cidade italiana de Lecco, passará a acolher 24 moradores de rua durante a atual emergência de saúde.

Os primeiros hóspedes - 6 italianos e 4 estrangeiros - chegaram no último final de semana e ajudaram a concluir as obras que tornaram a estrutura um local acolhedor.

O albergue dispõe de quartos duplos e triplos, um refeitório, jardim e uma horta. Dois guardiões e um educador administrarão a vida da nova comunidade, na observância das regras normais de convivência e a adoção das precauções necessárias devido à pandemia.

Os hóspedes serão submetidos a um exame médico na entrada e, uma vez acolhidos, terão que ficar no albergue por pelo menos 14 dias, evitando saídas injustificadas, deverão usar máscaras e cumprir as regras de higiene recomendadas pelas autoridades civis. Para proteger sua saúde e a dos agentes e voluntários que gravitarão em torno da estrutura, é prevista a medição da temperatura corporal duas vezes por dia.

"O albergue é a resposta solidária de toda uma comunidade ao vírus - explica o diretor da Caritas Ambrosiana, Luciano Gualzetti -. Diante desta emergência de saúde, o risco que corremos é o de nos fechar em nós mesmos e olhar com ainda maior desconfiança para os mais pobres, que também são os que mais precisam de ajuda".

Os habitantes de Lecco foram envolvidos na iniciativa de solidariedade, respondendo ao convite para preparar um prato e doá-lo à noite para o jantar. 140 famílias aderiram à iniciativa.

Hotel no início do século XX, mais tarde convento, e então a transferência das últimas irmãs da Congregação Maria Menina. Antes da emergência coronavírus o local era um centro de acolhimento para requerentes de asilo.

Os sem-teto hóspedes da estrutura poderão ali permanecer até que as obras da Casa da Caridade, no centro da cidade, sejam concluídas. (TC)

15 maio 2020, 07:48