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Missionariedade deve ser a primeira característica da Igreja na amazônia

Bispo da Prelazia de Itaituba - PA, dom Frei Wilmar Santin fala-nos, entre outros, sobre a amazônia como terra de missão. “Creio que uma característica que deve ser comum a todos os pontos da amazônia”, afirma nosso convidado, é que primeiramente “seja uma Igreja missionária”, enfatiza o religioso carmelita

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

Nosso espaço de formação e aprofundamento tem tido estes dias a participação do bispo da Prelazia de Itaituba, dom Frei Wilmar Santin, O. Carm., desde 2011 à frente desta Igreja particular paraense pertencente à região amazônica.

Amazônia, terra de missão: ser uma Igreja missionária

Nosso entrevistado apresentou-nos, na edição precedente, alguns dos principais desafios pastorais em sua prelazia, cujo território tem em torno de 175 mil quilômetros quadrados, pouco menor que o território do Paraná (199 mil Km quadrados), estado de proveniência do religioso carmelita.

Escassez de sacerdotes, religiosos em geral

Com se sabe, em nossa realidade eclesial brasileira, bem como praticamente em toda a América Latina, um dos desafios que se apresentam à Igreja para a sua ação evangelizadora costuma ser a escassez de sacerdotes, o número insuficiente de ministros ordenados para atender às várias necessidades pastorais, escassez de religiosos e religiosas em geral. No vasto território amazônico essa insuficiência é ainda maior. Procuramos saber qual a realidade da Prelazia de Itaituba, nesse sentido.

Uma Igreja missionária

Dom Frei Wilmar fala-nos também sobre a amazônia como terra de missão. “Creio que uma característica que deve ser comum a todos os pontos da amazônia”, afirma nosso convidado, é que primeiramente “seja uma Igreja missionária”, enfatiza.

Renovado ardor missionário

O bispo de Itaituba tece suas considerações aludindo ao Mês Missionário Extraordinário, celebrado em outubro passado, convocado pelo Papa Francisco “com o objetivo de promover uma maior conscientização sobre a missão ad gentes e retomar com renovado ardor a transformação missionária da vida e da atividade pastoral da Igreja”. Ouçamos (ouça na íntegra clicando acima).

21 janeiro 2020, 16:37