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Em 2010, o governo turcomano reconheceu oficialmente a presença católica. A comunidade católica turcomena vê a presença de numerosos grupos eclesiais, como o bíblico, o da pregação e o dedicado aos jovens e crianças. Em 2010, o governo turcomano reconheceu oficialmente a presença católica. A comunidade católica turcomena vê a presença de numerosos grupos eclesiais, como o bíblico, o da pregação e o dedicado aos jovens e crianças.  (AFP or licensors)

Mês Extraordinário abre novas perspectivas missionárias no Turcomenistão

"A perspectiva é de um belo futuro para a nossa missão: aqui no Turcomenistão, representamos uma comunidade muito pequena, mas pouco a pouco avançamos, confiando sempre na graça de Deus que não nos abandona”, padre Andrzej Madej, dos Oblatos de Maria Imaculada (OMI).

Cidade do Vaticano

Todo o Pontificado do Papa Francisco está a serviço dos marginalizados, das missões, das periferias. Este despertar missionário é positivo e necessário para toda a Igreja", afirmou à Agência Fides padre Andrzej Madej, dos Oblatos de Maria Imaculada (OMI), Superior da Missio sui iuris do Turcomenistão, ao falar sobre o Mês Missionário Extraordinário que a Igreja está vivendo e que teve o seu ápice no Dia Mundial das Missões, em 20 de outubro.

Precisamente neste Mês especial, na Capela da Transfiguração do Senhor na capital Ashgabat, chegou um terceiro sacerdote dos Oblatos, que assim se une ao padre Madej e ao frei Rafal Chilimoniuk.

O religioso recém chegado, neste primeiro período de missão, se dedicará a aprender o turcomano, que é a língua oficial do país. A esse respeito, o Superior da Missio sui iuris explica: "Sempre exercemos nossa missão falando o russo, mas hoje não é mais suficiente: o número de pessoas que fala esse idioma diminui. As pessoas que vêm para a cidade do campo ou de pequenas cidades falam turcomano”.

"Este é para nós um passo de alegria e de esperança: conhecer o idioma local abrirá uma nova era para a missão, porque finalmente haverá alguém que poderá entrar na dimensão do idioma e, portanto, na cultura desse povo. A perspectiva é de um belo futuro para a nossa missão: aqui no Turcomenistão, representamos uma comunidade muito pequena, mas pouco a pouco avançamos, confiando sempre na graça de Deus que não nos abandona”, concluiu padre Madej.

O Turcomenistão tem 5 milhões de habitantes, 90% muçulmanos. A Igreja Católica renasceu com a Missio sui iuris instituída por São João Paulo II em 1997. Por treze anos, a presença dos Oblatos foi admitida somente como representação da Embaixada do Vaticano. "No início nos encontrávamos em casas particulares e a Missa era celebrada no território diplomático da Nunciatura Apostólica de Ashgabat."

Em 2010, o governo turcomano reconheceu oficialmente a presença católica. A comunidade católica turcomena conta a presença de numerosos grupos eclesiais, como o bíblico, o da pregação e o dedicado aos jovens e crianças.

(Agência Fides)

25 outubro 2019, 18:41