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Irmã Dulce: o testemunho de dom Cascianelli, que foi orientador espiritual da nova Santa

O bispo de Irecê - BA, que foi orientador espiritual e conselheiro de Irmã Dulce nos últimos anos de vida da religiosa (1987 – 1992), diz-nos que, sem sair da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus – à qual pertencia –, ela fundou também uma pequena comunidade de irmãs, o Instituto “Filhas de Maria Serva dos Pobres”, tendo sido chamado por ela, quando ainda sacerdote, para dar assistência espiritual ao pequeno Instituto

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

“É muito mais do que você possa imaginar. Sinto-me super feliz”: são palavras do bispo da Diocese de Irecê – BA, Dom Tommaso Cascianelli, referindo-se à canonização de Irmã Dulce dos Pobres, no domingo, 13 de outubro, em missa presidida pelo Papa Francisco na Praça São Pedro na qual a Igreja proclamou Santa a religiosa também conhecida como o “Anjo bom da Bahia”.

Dom Cascianelli: sinto-me super feliz com a sua canonização

Em entrevista à Rádio Vaticano – Vatican News, o bispo de Irecê, que foi orientador espiritual e conselheiro de Irmã Dulce nos últimos anos de vida da religiosa (1987 – 1992), diz-nos que, sem sair da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus – à qual pertencia –, ela fundou também uma pequena comunidade de irmãs, o Instituto “Filhas de Maria Serva dos Pobres”, tendo sido chamado por ela, quando ainda sacerdote reitor do Seminário Passionista em Salvador, para dar assistência espiritual ao pequeno Instituto.

 

O bispo de Irecê fala de um pedido ao qual não podia dizer não: “não se pode dizer não a uma Santa que 24h por dia dá a vida pelos outros” – ressalta. Dom Tommaso fala-nos de uma presença constante e contato direto com Irmã Dulce naqueles anos, de um diálogo sempre muito forte e muito aberto com ela. Ele inicia falando-nos justamente desta sua alegria pela canonização. Vamos ouvir (ouça na íntegra clicando acima).

25 outubro 2019, 14:15