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Irmã Dulce dos Pobres, um grande amor à Eucaristia e à Virgem Maria

O bispo da Diocese de Irecê - BA, Dom Tommaso Cascianelli, foi orientador espiritual e conselheiro da religiosa que será declarada Santa na celebração de canonizações que o Papa Francisco presidirá este domingo, dia 13 de outubro, no Vaticano. Em entrevista concedida à Rádio Vaticano - Vatican - News, Dom Tommaso nos destaca os traços característicos da espiritualidade da futura Santa, seu amor à Eucaristia e a Nossa Senhora

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

Amigo ouvinte, o nosso espaço de formação e aprofundamento de hoje traz a participação do bispo da Diocese de Irecê (BA), Dom Tommaso Cascianelli, religioso da Congregação da Paixão de Jesus Cristo, mais conhecida como Congregação dos Passionistas.

Religioso acompanhou Irmã Dulce em seus últimos anos de vida

Italiano, Dom Tommaso chegou ao Brasil em 1980 como missionário passionista, assumindo diferentes encargos educacionais e paroquiais no exercício de seu ministério sacerdotal em várias cidades da Bahia, entre as quais a capital Salvador, onde conheceu Irmã Dulce Lopes Pontes (nome de batismo, Maria Rita Lopes de Sousa Brito) e suas obras sociais, tornando-se mais tarde orientador espiritual e conselheiro da religiosa que será declarada Santa na celebração de canonizações que o Papa Francisco presidirá no próximo dia 13 de outubro no Vaticano.

Exemplo luminoso de caridade e de amor ao próximo, Irmã Dulce dos Pobres – como é chamada – é também conhecida como o “Anjo bom da Bahia”, recordada por suas obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados.

 

Nascida em Salvador em 26 de maio de 1914, a religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus faleceu na capital soteropolitana em 22 de maio de 1992 e foi beatificada em 22 de maio de 2011. Como orientador espiritual e conselheiro de Irmã Dulce, Dom Tommaso acompanhou a religiosa nos últimos anos de sua vida.

“Irmã Dulce dizia ver nos pobres e nos enfermos, nos indigentes jogados nas marquises, o rosto sofredor de Jesus, razão pela qual sentia o dever de agir”, ressalta Dom Tommaso, a quem pedimos que nos destacasse os traços característicos da espiritualidade da futura Santa. Vamos ouvir (ouça na íntegra clicando acima).

11 outubro 2019, 19:37