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Patriarca caldeu preside celebração Eucarísitica com cerimônia de ordenação do arcebispo caldeu Najib Michaeel Moussa, na Catedral de São Paulo em Mosul Patriarca caldeu preside celebração Eucarísitica com cerimônia de ordenação do arcebispo caldeu Najib Michaeel Moussa, na Catedral de São Paulo em Mosul  (AFP or licensors)

Na abertura do Sínodo caldeu, apresentada carta enviada a Francisco

Na abertura da Assembleia Sinodal - a primeira com a participação de leigos - o cardeal Louis Raphael I Sako apresentou uma carta enviada ao Papa Francisco, onde entre outras coisas, fala sobre como os cristãos iraquianos receberam o anúncio de uma possível visita ao país no próximo ano e sobre o grande número de mártires - que continua a crescer até hoje - oferecidos pela Igreja Caldeia ao longo de sua história.

Cidade do Vaticano

Teve início no domingo, 4 de agosto, com uma Celebração Eucarística presidida pelo patriarca Louis Raphael I Sako, a periódica Assembleia Sinodal dos bispos da Igreja Caldeia.

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Pela primeira vez o encontro terá a participação de leigos caldeus em algumas sessões de trabalho, um por cada diocese. A Assembleia realiza-se no complexo patriarcal de Ankawa - subúrbio de Irbil, capital da região autônoma do Curdistão iraquiano.

Carta ao Papa Francisco

 

Por ocasião da abertura dos trabalhos, o patriarca Sako apresentou o texto de uma carta enviada ao Papa Francisco. Na mensagem, o Primaz da Igreja Caldeia menciona, entre outros, a "grande alegria" com a qual foi recebida pelos cristãos iraquianos o anúncio do desejo do Bispo de Roma de visitar o país no próximo ano.

“Desde os primeiros séculos – lê-se na carta enviada pelo patriarca ao Papa Francisco e divulgada pela mídia oficial do Patriarcado Caldeu - a Igreja Caldeia sempre foi uma Igreja missionária, levou o Evangelho até a China e ofereceu ao longo do caminho um grande número de mártires, que continua a crescer até hoje. Podemos dizer que sempre foi a Igreja dos mártires ao longo de sua história.”

Na carta ao Pontífice, o patriarca recorda que “também nossos irmãos muçulmanos sofrem diariamente", e faz votos de que na dor compartilhada, possam ser abertos caminhos de esperança para um futuro melhor."

Exercícios Espirituais antes dos trabalhos sinodais

 

A Assembleia Sinodal, nos dois primeiros dias, consistirá em Exercícios Espirituais pregados por Dom Joseph Soueif, arcebispo maronita de Chipre.

De terça-feira, 6, até quinta-feira, as sessões sinodais serão realizadas com a participação de leigos caldeus.

A terceira e última parte da Assembleia do Sínodo, a partir da quinta-feira, 8 de agosto, será novamente reservada somente aos bispos.

(Agência Fides)

05 agosto 2019, 12:01