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Graças a uma arrecadação de fundos realizada pelo padre Moretti, foi possível responder ao pedido do diretor de escola, fornecendo 250 carteiras de dois lugares à Tangi Kalay Graças a uma arrecadação de fundos realizada pelo padre Moretti, foi possível responder ao pedido do diretor de escola, fornecendo 250 carteiras de dois lugares à Tangi Kalay  (AFP or licensors)

"Escola da Paz" no Afeganistão receberá mais 500 crianças

Atualmente o instituto abriga mais de 3.000 crianças. No currículo de formação, valores da paz e da acolhida.

Cidade do Vaticano

A "Tangi Kalay - Escola da Paz", instituto fundado em 2005 por iniciativa do padre Giuseppe Moretti, missionário barnabita na República Islâmica do Afeganistão de 1990 a 2015, passa a ser enriquecida por 10 salas de aula em um novo prédio, com capacidade para receber 500 crianças.

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A informação divulgada pela Agência Fides é do padre Giovanni Scalese, sacerdote barnabita, atual responsável pela Missio sui iuris no Afeganistão. O sacerdote conta que, graças a uma arrecadação de fundos realizada pelo padre Moretti, foi possível responder ao pedido do diretor de escola, fornecendo 250 carteiras de dois lugares.

Formação aos valores da paz e acolhida

 

A "Tangi Kalay - Escola da Paz" é um instituto estatal, com programas e professores escolhidos pelo governo afegão, mas que continua a viver com ajuda privada, incluindo aquelas doadas por vários contingentes militares, que ajudam a escola fornecendo materiais escolares, de laboratórios científicos e informático de ponta.

 

Atualmente o instituto abriga mais de 3.000 crianças e, no currículo de formação, valores da paz e da acolhida.

Será precisamente o fundador da Escola da Paz a substituir o responsável pela Missio durante as férias de verão, no mês de julho. Assim, padre Moretti retornará ao Afeganistão depois de quatro anos.

Padre Scalese revelou  à Fides que  quando propuseram  a substituição ao padre Giuseppe Moretti, “ele respondeu com grande entusiasmo. Todas as pessoas que o conheceram durante seus anos de missão também ficarão felizes em vê-lo novamente".

Presença católica admitida no início do século XX

 

No Afeganistão, o Islã é reconhecido como uma religião de Estado e a conversão a outras religiões pode ser enquadrada com o crime de apostasia. Por essa razão, as ações de ajuda aos necessitados representam a única forma possível de missão.

A presença católica foi admitida no início do século XX como uma simples assistência espiritual dentro da Embaixada italiana em Cabul e elevada à Missio sui iuris em 2002 por João Paulo II.

Hoje a missão continua a ter como base a estrutura diplomática e é confiada ao barnabita padre Giovanni Scalese.

Na capital afegã, Cabul, estão presentes também as Irmãs de Madre Teresa de Calcutá e a Associação inter congregacional Pro Children of Kabul.

(Agência Fides)

04 julho 2019, 11:54