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Água é fonte de vida para povos amazônicos Água é fonte de vida para povos amazônicos 

Megaprojetos ameaçam indígenas e ribeirinhos no Tapajós

A reportagem é do padre diocesano de Santarém (PA) Edilberto Sena, ativista ambiental e social, diretor da Rede Pan-amazônica de Rádios.

Cristiane Murray - Cidade do Vaticano

Neste espaço dedicado à Amazônia, na iminência do Sínodo para a Pan-amazônia de outubro, conheça aqui a realidade dos povos que vivem às margens do Rio Tapajós.

Entre os estados do Mato Grosso e Pará, a grande bacia do Rio Tapajós está ameaçada e impactada. O Rio Tapajós inclui três bacias: Joroena, Teles Pires e Tapajós em si.

O  Tapajós nasce no estado do Mato Grosso, passa pelo Pará e desagua no rio Amazonas, na cidade de Santarém
O Tapajós nasce no estado do Mato Grosso, passa pelo Pará e desagua no rio Amazonas, na cidade de Santarém

Grandes empreendimentos estão operando, em construção ou planejados naquela área. São 23 barragens hidroelétricas, ferrovias e portos para a exportação de grãos, agronegócio e exploração mineral. Se concretizado, os megaprojetos podem alterar completamente a bacia do Rio Tapajós e afetar cerca de 2 mil km2, uma área maior do que a da cidade de São Paulo.

Aqui, a reportagem completa

Diante de tantos prejuízos e ameaças aos povos tradicionais - populações ribeirinhas e indígenas - vários movimentos populares se insurgiram nas três regiões do Tapajós para defender seu território.

Segundo o padre diocesano de Santarém Edilberto Sena, ativista ambiental e social, diretor da Rede Pan-amazônica de Rádios, esta luta não é nova. Ouça acima.


 

19 junho 2019, 13:54