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Dom Petrini: Cristo como centro do coração da pessoa, do cosmos e da história

O bispo de Camaçari - BA nos diz que durante algum tempo nas décadas passadas talvez tenha ficado um pouco em segundo plano exatamente a presença de Jesus Cristo como centro do coração da pessoa, centro do cosmos e da história. Desde a Conferência de Aparecida, e depois com os últimos papas e de maneira muito direta com o Papa Francisco, essa centralidade de Cristo está sendo totalmente retomada, afirma Dom Petrini

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

Amigo ouvinte, continuamos em nosso quadro “Nova Evangelização” e Concílio Vaticano II” com a participação, estes dias, do bispo da Diocese de Camaçari – BA, Dom João Carlos Petrini, trazendo-nos neste espaço um pouco da caminhada da Igreja no Brasil e América Latina na esteira do Concílio.

Centralidade de Cristo nos liberta da aflição

Tecendo-nos suas considerações sobre esta caminhada eclesial de mais de cinco décadas pós-conciliar, atendo-se à questão das proposições do Vaticano II e desafios pastorais aos quais hoje se deveriam dar maior atenção, Dom Petrini diz-nos que durante algum tempo nas décadas passadas talvez tenha ficado um pouco em segundo plano exatamente a presença de Jesus Cristo como centro do coração da pessoa, centro do cosmos e da história.

Nosso convidado reitera que é a centralidade de Cristo que nos liberta da aflição e que não somos nós, com nossas forças limitadas, os salvadores. Após fazer-nos tais considerações, o bispo de Camaçari afirma-nos que desde a Conferência de Aparecida, e depois com os últimos papas e de maneira muito direta com o Papa Francisco, essa centralidade de Cristo está sendo totalmente retomada.

 

Dom  Petrini inicia suas considerações referindo-se ao fato que o Concílio teve resistências antes, durante e depois e, em relação àqueles que até hoje têm dificuldade de aceitar Vaticano II, afirma que essas pessoas são minoritárias, que não devemos desprezá-las, que não se trata de sair combatendo grupos da própria Igreja, mas de procurar sempre aquele abraço de misericórdia que procura entender as razões do outro. Vamos ouvir (ouça na íntegra clicando acima).

01 maio 2019, 16:31