Busca

Vatican News
Bispos também anunciaram a realização do III Congresso da Família Nórdica (Noruega, 21-24 de maio de 2020), intitulado "Amor em família, força para a Igreja" Bispos também anunciaram a realização do III Congresso da Família Nórdica (Noruega, 21-24 de maio de 2020), intitulado "Amor em família, força para a Igreja"  (AFP or licensors)

Igreja nos países nórdicos: olhar para o futuro com esperança

Aumento no número de católicos, a peregrinação das relíquias de Santa Teresa de Lisieux e de seus pais nos países nórdicos e o crescimento das vocações em um mosteiro mariano, estão entre os motivos apresentados pelos bispos dos países nórdicos reunidos em Assembleia Plenária, para lançar um olhar de esperança para o futuro.

Concluiu-se na terça-feira, 2, em Trondheim, a reunião de primavera da Conferência Episcopal dos países nórdicos (Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Islândia). "Olha-se para o futuro com esperança", diz uma nota divulgada pela secretária geral da conferência, Ir. Anna Mirijam Kaschner.

E há diversas razões para isto: antes de tudo, porque "o número de católicos nos países nórdicos continua a crescer", como resultado de movimentos migratórios. São sobretudo católicos de outros ritos a chegar ao Norte e são um "enriquecimento" para a Igreja.

"Amor em família, força para a Igreja"

 

Para responder às suas "necessidades pastorais", os bispos em plenária encontraram-se com o bispo alemão Dominic Meier, que na Alemanha é responsável pelos fiéis das Igrejas Orientais ligadas a Roma.

Outra motivo para se ter esperança, é o "evento de grande valor espiritual" realizado no outono de 2018, com a peregrinação das relíquias de Santa Teresa de Lisieux e de seus pais nos países nórdicos, acontecimento que envolveu também "muitos cristãos luteranos", como referiu o cardeal Anders Arborelius, de Estocolmo.

Na nota, os bispos também anunciam a realização do III Congresso da Família Nórdica (Noruega, 21-24 de maio de 2020), intitulado "Amor em família, força para a Igreja".

O exemplo do mosteiro de Tautra

 

"Esses encontros internacionais ajudam os nossos fiéis, muitas vezes isolados como católicos, a experimentar e celebrar a comunhão da Igreja", disse o presidente da Conferência Episcopal, o bispo dinamarquês Czeslaw Kozon.

Outro elemento de esperança é o mosteiro mariano na Ilha de Tautra, "símbolo do florescimento da Igreja Católica no norte da Europa" e que os bispos visitaram durante a plenária: em cinco anos, o número de monjas presentes dobrou, passando de 7 para 14. Como ficou pequeno, serão iniciadas reformas para ampliá-lo.

(Agência SIR)

03 abril 2019, 14:22