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Os coptas rezam e jejuam de modo especial antes da Solenodade da Assunção Os coptas rezam e jejuam de modo especial antes da Solenodade da Assunção  (ANSA)

Solenidade da Assunção: tempo de oração e jejum para os coptas

Tawadros II também agradece a realidade do monaquismo copta, afirmando que comunidades monásticas continuarão a viver nos desertos do Egito, "até o fim dos tempos".

Cidade do Vaticano

Os copta ortodoxos em todo o mundo estão vivendo nesses dias o tempo de penitência do “jejum da Santa Virgem Maria", rezando com particulares intenções pelo patriarca Tawadros II e pela vida monástica, no difícil momento após o assassinato de Anba Epiphanios, o bispo-abade morto no Mosteiro de São Macário, na região de Wadi El-Natrun, na manhã do domingo, 29 de julho. O tempo de oração e jejum terminará em 22 de agosto, quando a Igreja Copta Ortodoxa celebra a Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria.

A importância do monaquismo copta

 

Na última homilia de quarta-feira, Tawadros II usou palavras de gratidão pela realidade do monaquismo copta, afirmando estar confiante de que as comunidades monásticas continuarão a viver nos desertos do Egito, "até o fim dos tempos", e continuarão a oferecer às gerações futuras as riquezas dos dons espirituais, que não podem ser dissipados por fraquezas, erros, pecados e crimes de pessoas individuais. (L'Osservatore Romano)

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11 agosto 2018, 19:37