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Dom Scicluna Dom Scicluna  (AFP or licensors)

Dom Scicluna deixa o Chile em um “clima de diálogo, escuta e confiança”

Deixa nesta quinta-feira o Chile, Dom Charles Scicluna, presidente do Colégio para o exame dos recursos (em matéria de “delicta graviora”) apresentados à Sessão ordinária da Congregação para a Doutrina da Fé e enviado do Papa à capital chilena para recolher mais informações sobre o caso do bispo de Osorno, Dom Barros.

 

Santiago

Deixa nesta quinta-feira o Chile, Dom Charles Scicluna, presidente do Colégio para o exame dos recursos (em matéria de “delicta graviora”) apresentados à Sessão ordinária da Congregação para a Doutrina da Fé e enviado do Papa à capital chilena para recolher mais informações sobre o caso do bispo de Osorno, Dom Barros

Dom Scicluna - relata a Agência Sir -, permaneceu mais alguns dias no Chile, para se recuperar da cirurgia repentina sofrida na semana passada. Na quarta-feira, na véspera da partida, o arcebispo encarregou o porta-voz da Conferência Episcopal Chilena (Cech), Jaime Coiro, a emitir algumas declarações. Dom Scicluna disse que a recuperação pós-operatória foi muito satisfatória e que, nestes dias de convalescença passados na Nunciatura, teve a oportunidade de se encontrar com algumas pessoas que haviam feito solicitação, seja para relatar elementos sobre o caso Barros, seja para falar sobre outros fatos relacionados a abusos.

Com a ajuda do padre Jordi Bertomeu, que conduziu alguns encontros durante o período de internação do arcebispo, proximamente Dom Scicluna fará um balanço dos vários colóquios realizados e entregará ao Papa o que emergiu durante a sua missão em Santiago. O porta-voz da Conferência Episcopal agradeceu “pelo clima de diálogo sereno, pela boa atitude de ouvir e a confiança” que acompanhou esses encontros e, respondendo a uma pergunta, confirmou que o Comitê Permanente da Conferência Episcopal Chilena teve um colóquio com o padre Bertomeu.

01 março 2018, 17:19