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Xeno Fykse Tveit Secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas, Olav Fykse Tveit 

Em Pequim, festejos pelos 70 anos do Conselho Mundial de Igrejas

“Como cristãos somos chamados a partilhar a boa nova do amor de Deus, da paz de Deus, para todas as pessoas e sem vínculos de pertença”, disse o secretário geral Tveit.

Cidade do Vaticano

Tiveram início em Pequim os festejos pelos setenta anos do Conselho Mundial de Igrejas. É o que informa o site do organismo ecumênico com sede em Genebra, na Suíça, o qual menciona a visita que o secretário geral, Olav Fykse Tveit, está realizando à China, onde permanecerá até a próxima terça-feira, 16 de janeiro.

Jesus Cristo é a alegria do mundo

No primeiro compromisso oficial, a visita à Igreja Chongwenmen, uma das mais antigas igrejas protestantes chinesas, construída por metodistas estadunidenses em 1870. Reaberto em 1980, após um longo período fechado, o templo é hoje um importante ponto de referência para milhares de cristãos e todos os domingos a comunidade – prevalentemente constituída por jovens – acolhe cinco celebrações.

O secretário geral do Conselho Mundial de Igrejas, que pregou sobre o tema “Jesus Cristo é a alegria do mundo”, recordou aos presentes que “como cristãos somos chamados a partilhar a boa nova do amor de Deus, da paz de Deus, para todas as pessoas e sem vínculos de pertença”.

Organismo ecumênico comprometido com a proteção das crianças e a paz

Tveit mencionou, em particular, o papel do Conselho Mundial de Igrejas na China que, mediante suas Igrejas-membro, está comprometido sobretudo com a proteção das crianças e a paz.

“É realmente uma alegria estar aqui em Pequim por ocasião da festa do Natal. No mundo de hoje sentimos a necessidade de unir-nos por uma alegria sustentável; uma alegria capaz de romper barreiras e conflitos”, prosseguiu.

A alegria do Natal “está no centro do chamado do Conselho Mundial de Igrejas e aqui em Pequim temos a alegria de poder iniciar oficialmente as celebrações pelo 70º aniversário do nosso organismo ecumênico”.

(L’Osservatore Romano)

10 janeiro 2018, 20:06