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Angola - Peregrinação (2021) a Nossa Senhora da Muxima Angola - Peregrinação (2021) a Nossa Senhora da Muxima  

Angola - concluída a peregrinação 2021 a Nossa Senhora da Muxima

Encerrou-se no domingo (5 de Setembro), mais uma peregrinação ao Santuário da Muxima, na Diocese de Viana (Angola). Um ano depois, devotos a Nossa Senhora regressaram ao mítico Santuário, numa peregrinação marcada com fortes emoções e esperança em dias melhores.

Anastácio Sasembele - Luanda

Depois de em 2020 terem sido privados devido a pandemia da Covid – 19, centenas de peregrinos acorreram em massa, a este lugar santo, já considerado por muitos, como o maior espaço de devoção mariana a sul do Saara.

 “Maria, ensina – nos a viver a alegria na família” foi o lema que norteou a peregrinação de dois dias (4 e 5 de Setembro).

O bispo da Diocese do Dundo, D. Estanislau Marques Tchindecassi, convidado a presidir a missa de encerramento da peregrinação, convidou os fiéis a serem como Maria, que era  obediente  à palavra de Deus  e levou  a escuta dessa palavra  até às últimas consequências.

D. Tchindecassi pediu também a “mamã Muxima” que faça com que todos os angolanos aprendam a viver em paz na verdade e na justiça.

O prelado terminou a sua mensagem pedindo  a reconciliação das famílias  de Angola, a cura pelos doentes, a consolação para  aflitos, o perdão para  os pecados  e a conversão de todas as pessoas.

Localizado na vila da Muxima o lendário Santuário dedicado a Nossa Senhora da Conceição é banhado pelo maior rio de Angola, o Kwanza.

O Bispo da Diocese de Viana, D. Emílio Sumbelelo, pediu às autoridades que na próxima peregrinação seja feita o lançamento das bases da futura basílica da Mamã Muxima e manifestou preocupação com a estrutura física da histórica e emblemática capela da Muxima, que dia pôs dia, vai revelando profundas fissuras.

D. Sumbelelo acrescentou que o espaço actual está a tornar-se cada vez mais pequeno, porque o desejo é transformar a Muxima num lugar de paz e reconciliação de todos os angolanos e não só.

A celebração da peregrinação à Mamã Muxima já remonta a longos anos, os últimos anos têm sido atípicos, por conta da Covid-19.

Oiça
09 setembro 2021, 14:32