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CETA deslocou-se ao Sudão do Sul para encorajar à paz

Uma delegação da Conferência das Igrejas de toda a África (CETA) foi ao Sudão do Sul, onde se encontrou com diversas partes em conflito, para as encorajar à paz, à reconciliação e à confiança entre os políticos como condição para a estabilidade.

Dulce Araújo - Cidade do Vaticano

A Associação de Igrejas protestantes, anglicanas, ortodoxas e confissões naturais do Continente, CETA, deslocou-se nos dias passados ao Sudão do Sul para encorajar as várias partes em conflito a optarem pela paz e a reconciliação e para acompanhar a Igreja neste momento difícil.

Desde que se tornou independente, em 2011, o Sudão do Sul tem sido palco de diversos conflitos e não conseguiu ainda chegar a uma estabilidade. Os delegados da CETA encontraram-se com o Presidente do país, Salva Kiir, o qual prometeu que não haverá mais guerra no Sudão do Sul e que o seu Governo não poupará esforços no sentido de enfrentar os actuais desafios humanitários com a ajuda da organização do desenvolvimento e socorro.

O Reverendo Arnold Temple, Presidente da CETA, declarou que a delegação ouviu atentamente muitas partes interessadas no processo de normalização do país e que convidou o Presidente Salva Kiir a tornar operativa a Comissão Verdade e Reconciliação, a harmonizar todas as diferenças e a restabelecer a confiança entre a elite politica. “A confiança entre vós políticos é essencial para sarar as feridas e para a transformação do vosso amado país” – disse Temple, dirigindo-se ao Chefe de Estado.  

A CETA representa em toda a África cerca de 140 milhões de cristãos. 

28 novembro 2020, 17:08