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Bienal de arte e cultura africana, 8ª edição, em São Tomé e Príncipe Bienal de arte e cultura africana, 8ª edição, em São Tomé e Príncipe 

São Tomé e Príncipe acolhe 8ª edição da Bienal de Arte e Cultura africana

Está a decorrer em São Tomé e Príncipe mais concretamente na Casa das Artes, Criação e Utopias, CACAU, até ao dia 18 de agosto próximo, a 8ª edição da bienal de Artes e Cultura africana, com o lema “N’GOLÁ”, promovida pelo fundador e director do evento, João Carlos Silva e a Curadora holandesa, Renny Ramakers.

Melba de Ceita – Rádio Jubilar, São Tomé e Príncipe

Após cinco anos da última edição, São Tomé e Príncipe acolhe mais uma vez a cerimónia da realização da 8ª Bienal na qual estão a participar, mais de trinta artistas nacionais e internacionais, estes últimos, provenientes de Togo, RD Congo, Uganda, Ruanda, Quénia, Níger, Costa do Marfim, África do Sul, Senegal, Camarões, Angola, Benin e Nigéria, num colorido de artes e culturas africanas que vai ajudar na  valorização e  expansão da cultura são-tomense pelo Mundo.

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O  “N’GOLÁ”, o lema escolhido para está actividade, é a denominação que se dá em Criolo santomense aos primeiros povos provenientes de Angola como escravos para São Tomé e Príncipe.  No caso concreto desta denominação como lema da Bienal foi explicado pelo fundador e director do evento, João Carlos Silva, dizendo que” “N’GOLÁ”, é mais que os Angolares, mais do que Angola e os Congos em conjunto, é uma Africa utupiadora, uma África sonhadora onde podemos celebrar todos os dia a beleza, a natureza, a cultura e a arte do nosso continente. Ela nos faz abordar a nossa raíz matricial africana”, ressalta o promotor do evento.

Bienal vai abrir cultura santomense ao mundo

Para a Ministra da Cultura Maria da Graça Lavres a realização desta bienal vai impulsionar o desenvolvimento da cultura  santomense e garante que é de louvar esta iniciativa, porque vai ajudar na abertura do país ao mundo.

08 agosto 2019, 09:54