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Vatican News
2019.08.12 Giovani angolani con la bandiera nazionale Jovens angolanos com a bandeira nacional 

Não baixar a vigilância - pede a CEAST aos jovens de Angola

Jovem não baixe a vigilância, a vontade de crescer, empreender, de sonhar, estudar e trabalhar é o apelo de Dom José Manuel Imbamba, Vice - presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), no dia internacional da Juventude que se celebra nesta segunda – feira (12 de Agosto)

Anastácio Sasembele - Luanda 

O principal objetivo do 12 de Agosto, Dia Internacional da Juventude  é focar na educação e conscientização dos jovens sobre a responsabilidade que assumem como representantes do futuro do planeta.

Dom José Manuel Imbamba, Vice - presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), disse a Rádio Vaticano que Angola precisa de jovens valorosos, corajosos, abertos ao futuro sem medo e capazes de dizer sim aos desafios fortes para a nação.

O prelado considerou ser fundamental e indispensável, uma aposta séria na formação académica, profissional e religiosa, para que os jovens consigam responder os desafios que o país impõe, visando o desenvolvimento sustentável.

“Jovem não baixe a vigilância, a vontade de crescer, empreender, de sonhar, estudar e trabalhar” acrescentou o Arcebispo

O Dia Internacional da Juventude foi criado, originalmente, através da resolução 54/120, por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999, como consequência da Conferência Mundial dos Ministros Responsáveis pelos Jovens, em Lisboa, Portugal.

Siona Júnior é um líder juvenil que tem vindo a empreender várias actividades em torno do associativismo, na periferia da capital angolana (Luanda), desenvolvendo junto da sua comunidade (Sambizanga) debates sobre educação e direitos humanos.

Preocupado com os altos níveis de desemprego nos jovens, Siona Júnior realçou que a informalidade no trabalho na juventude é um desafio a ter em atenção nos programas de Desenvolvimento do país, porque a população angolana é maioritariamente jovem e os dados mostram que esse é um dos seguimentos mais afectados, pelo desemprego.

O líder juvenil disse que o jovem precisa de formação e espaço para trabalhar e aplicar o seu conhecimento para o desenvolvimento do país, só desta forma, o jovem ficará distante dos perigos das drogas e do consumo desregrado de bebidas alcoólicas e outras práticas que condicionam o desenvolvimento intelectual e socioeconómico desta franja.

Entretanto o executivo angolano reafirmou, a aposta nos jovens, mediante programas específicos voltados ao seu bem-estar e na sua afirmação no panorama sociopolítico e económico, e esta igualmente empenhado em usar todos os mecanismos a disposição para facilitar a inserção dos jovens na vida activa, tendo em conta o empreendedorismo e a promoção do auto - emprego.

Oiça
12 agosto 2019, 17:22